Influenciadores na comunicação empresarial

Influenciadores também na comunicação empresarial

O uso de influenciadores não é novidade para o marketing das empresas. No entanto, essa prática vai avançar também na área de comunicação corporativa, no relacionamento da empresa com públicos como empregados, fornecedores e clientes. Essa tendência importante vai vir acompanhada de uma maior seletividade desses influenciadores. As empresas vão evitar influenciadores que têm discursos divisivos, racistas, feministas ou ideológicos, optando por profissionais honestos, que realmente desempenham um bom papel em suas áreas de atuação.

Assim, os influenciadores vão ser selecionados em função das áreas onde atuam e também do discurso que adotam. Um exemplo é o Rafael Black, da BLK Mídia, um profissional que ajuda pessoas e empresas a fazerem escolhas melhores em relação a tecnologias relacionadas a vídeo e áudios. Há milhares de influenciadores nas mais diversas áreas, do turismo à tecnologia, da culinária à astronomia, da saúde à medicina. A variedade desses profissionais e a qualidade de muitos deles impressiona, superando, em muito, pseudo publicações “especialiazadas” da velha mídia.

Além disso, muitas empresas estão descobrindo que têm sim muito conteúdo para produzir. Com o apoio de empresas especializadas, como a Future Press, muitas empresas podem se tornar, elas próprias, influenciadoras nos mais variados segmentos, criando assim novas oportunidades de negócios.

O fato das empresas estarem fugindo de influenciadores de esquerda, que apelam para o divisionismo, racismo, feminismo e outras abordagens questionáveis é uma ótima notícia, pois mostra o amadurecimento de suas áreas de marketing. No passado, as empresas escolhiam aqueles sujeitos que tinham mais audiência, como Felipe Neto, por exemplo. No entanto, muitas empresas começaram a perceber várias coisas: primeiro, o número de seguidores desse tipo de influenciador frequentemente é artificial, ou seja, são seguidores comprados, que não ajudam no processo de divulgação. Segundo: esse tipo de influenciador ideológico gera muitos questionamentos e acaba prejudicando as marcas que tentam “vender”, transferindo para as marcas a raiva de muitos consumidores que têm padrões éticos e morais sólidos e fogem de youtubers como esses.

Então, a comunicação corporativa vai usar sim influenciadores e vai fugir daqueles com viés ideológico esquerdista. Essa é uma sólida tendência em comunicação empresarial e uma boa notícia para os influenciadores realmente honestos, que focam sua atuação nas áreas onde atuam.

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