O que engaja mais? O emocional ou o racional?

O que engaja mais

Por muitos anos, a publicidade oscilou entre o racional e o emocional. Muitos publicitários defendiam estas alternativas como únicas. Bill Bernbach, por exemplo, acreditava que a propaganda tinha que apelar ao emocional, caso contrário fracassaria. Já David Ogilvy, que começou a carreira apostando no emocional, mudou sua forma de ver a comunicação e passou a defender o racional pelo resto de sua carreira, inclusive migrando para o Marketing Direto.

Há ainda os que irão dizer que a comunicação pode ser racional ou emocional dependendo do público que ela visa alcançar. Assim, se você está falando com donas de casa, vendendo shampoos, alisantes ou tintas para o cabelo, o apelo da propaganda precisará ser emocional. E se você estiver falando com investidores, que compram investimentos ou seguros ou planos de aposentadoria, seu discurso precisará sem racional ou então o publico não comprará seu produto.

Jon Steel, um publicitário inglês, lançou o livro “Verdades, Mentiras e Propagada” nos anos 90 e colocou um ponto final nessa questão. Propaganda racional ou emocional? Ele deu a resposta definitiva.

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